Por: Parágrafo Cerrado

Em: 30.11.2016

Quem já andou de ônibus no horário de pico na capital com certeza já teve vontade de dizer ao motorista: não cabe mais gente! Quem precisou de algum dos serviços de saúde pública e não conseguiu ser atendido já sentiu o aperto dessa situação. Ou ainda quem, atrasado para um compromisso tentou abotoar uma roupa e ela não coube mais passaou de uma outra forma pela experiência de não caber. Em situações de sufocamento ou esmagamento, ficar arredio e em vez de diálogoar e aí preferir reproduzir  comportamentos retrógragados, machistas, racistas, radicais nada disso não cabe mais, gente! Parece ser também essa a proposição do In próprio coletivo com a performance apresentada na última quarta na capital.

Texto escrito para o blog Parágrafo Cerrado , a partir da programação da 3ª edição do Festival Zé Bolo Flô, no período de 29/11/2016 a  06 /12/2016.

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